Mortal Kombat 11 chega para deixar sangue nas suas mãos enquanto você está no metrô, no ônibus ou até mesmo no conforto do lar. Porém, será que a versão do Switch dá ou toma um fatality? Vem com a gente neste review!


Ficha Técnica

Título: Mortal Kombat 11

Plataforma: Nintendo Switch

Tamanho: 22.6 Gb

Desenvolvedora/Publicadora: Netherrealm Studios / WB Games

Jogadores: 1-2

Em Português: Sim

Gênero: Luta

Classificação: 18 Anos


Quando Mortal Kombat 11 foi anunciado em dezembro de 2018 muitos fãs da franquia foram pegos de surpresa, pois até aquele momento não havia nenhum tipo de informação, teaser ou qualquer vazamento que indicasse que o jogo estava em produção. Mas era real. MK11 não só estava em franco desenvolvimento como estava quase terminado, com data de lançamento já para abril de 2019. E para completar o pacote de boas notícias receberia uma versão para o Nintendo Switch.

Durante a fase final de produção do MK11 diversos vídeos e materiais foram sendo divulgados pela Netherrealm Studios e WB Games apresentando as novas mecânicas, personagens, informações sobre o enredo e gameplays. Mas nada, absolutamente nada com relação à versão do Nintendo Switch.

A possibilidade de ter um jogo como Mortal Kombat no console da Nintendo me deixava muito animado, ao mesmo tempo em que eu ficava apreensivo com relação à falta de informações sobre a versão para o nosso querido Switch. Afinal, seria o console da Big N capaz de rodar de maneira satisfatória um jogo claramente produzido para consoles mais potentes como o PS4 e Xbox One? Será que a versão do Nintendo Switch sofreria com as mesmas censuras impostas pela Nintendo em sua versão do clássico Mortal Kombat para Super Nintendo onde o sangue foi simplesmente removido do jogo? Seria a versão do Nitendo Switch um jogo “capado” e sem os modos de jogos disponíveis para os consoles da Sony e Microsoft?

O tempo passou, MK11 foi lançado e todas as dúvidas foram respondidas. E analisamos por completo a versão Premium de MK11 em mídia digital.

Estão curiosos para saber as respostas dessas e outras perguntas e se vale a pena dar uma chance para a versão do Switch? Vem comigo descobrir nos próximos parágrafos e tire suas próprias conclusões.

Entretanto, antes de iniciar minha análise com todos os detalhes que esse jogo merece, vale mencionar que nos parágrafos abaixo vocês não encontrarão nenhum comparativo com as versões para Playstation 4 ou Xbox One. Vou me ater exclusivamente à minha experiência com a versão de MK11 para o Nintendo Switch.

Jogando MK11 por quase duas semanas inteiras, não foram raros os momentos em que me peguei com um sorriso no rosto por conta da diversão e também daquela sensação de familiaridade que o jogo me trazia. Como é gostoso perceber que apesar de 11 títulos da série principal e mais de 20 anos do seu lançamento, MK permanece o mesmo em sua essência.

Respondendo a uma das perguntas apresentadas na introdução, a versão de MK11 para o Nintendo Switch não sofreu nenhum tipo de censura. Sangue, vísceras, Fatalities, Burtalities, violência gráfica e gratuita, tudo o que amamos na série está presente.

Fatalities sem censura no Nintendo Switch

Com direito a muitos modos de jogo, recompensas e desafios diários, centenas de itens desbloqueáveis (Finais, Skins, Fatalities, Burtalities, Artes conceituais etc) que podem ser adquiridos com as moedas do acumuladas nas jogatinas, certamente MK11 vai garantir muitas e muitas horas de diversão.

Jogabilidade

Temos logo de cara 25 lutadores disponíveis. Um excelente número para a data de lançamento. Entre os personagens já conhecidos temos: Baraka, Cassie Cage, D’Vorah, Erron Black, Frost, Jacqui Briggs, Jade, Jax Briggs, Johnny Cage, Kabal, Kano, Kitana, Kotal Khan, Kung Lao, Liu kang, Noob Saibot, Raiden, Scorpion, Skarlet, Sonya Blade e Sub-Zero.

Como estreantes se juntam ao panteão de lutadores: Cetrion uma deusa ancestral que controla elementos da natureza, Geras um dos capangas de Krônica com poderes baseados nas areias do tempo, Kollector um ser da exoterra com quatro braços e Kronika a chefe final de MK11.

Shao Khan já está disponível via DLC e Shang Tsung já foi anunciado. Certamente essa lista vai aumentar ao longo dos próximos meses.

Quem você escolherá?

Em MK11 temos os clássicos quatro botões de ataques sendo dois botões para chutes e dois para socos (Posterior e Anterior), botão de defesa, botão para mudar a postura e agarrões. Combinando os botões de ataques com os direcionais temos variações de golpes no melhor estilo Super Smash Bros.

Em relação ao seu antecessor, MK11 tem as lutas mais cadenciadas, o que acaba favorecendo o cenário competitivo. As lutas são mais estratégicas e dificilmente você vai ter sucesso apenas esmagando botões, mesmo jogando contra a máquina.

Além disso, alguns ataques podem ser aumentados e causar mais dano se combinados com o botão R no momento certo. Essa variação consome uma das barras de ataque que ficam no canto inferior esquerdo da tela. O mesmo acontece com a defesa, caso o botão seja pressionado no exato momento para repelir um golpe adversário. Tanto a barra de ataque ou de defesa carrega automaticamente conforme o tempo vai passando.

Uma nova adição para MK11 é o movimento chamado Fatal Blow e pode ser disparado apenas uma vez em cada combate e ele é habilitado apenas quando sua vida está abaixo de 30%. São movimentos extremamente poderosos e visualmente impressionantes que podem causar uma reviravolta no combate. Lembram muito o X-Ray das versões passadas e são aplicados utilizando os botões de ombros ZR + ZL.

Outra mudança significativa na jogabilidade acontece quando um Brutality é executado. Em MK11 o movimento é executado como último ataque da luta e precisa de uma série de requisitos para serem executados. Por exemplo: Não defender nenhuma vez no último Round, finalizar o adversário com um gancho e manter pressionado o direcional para baixo. Cada personagem tem duas variações de Brutalities e duas de Fatalities.

Kronika, a deusa do tempo

As interações com o cenário estão novamente presentes assim como já visto em Injustice e também MK 10. Mas confesso que senti falta daqueles cenários destrutivos e que mudam de ambiente conforme a luta avança. O cenário não se altera do começo ao fim da luta.

A única ressalva quanto à jogabilidade é a utilização dos Joycons. Não é segredo para ninguém que os controles nativos do Nintendo Switch não foram projetados pensando nos jogos de luta. Utilizar os botões digitais para controlar os personagens é simplesmente impossível. Acaba que a alternativa é utilizar os analógicos mas perdemos muito da precisão desejada para jogos deste tipo.

É possível ter uma experiência razoável no modo portátil com os analógicos, mas apenas para partidas mais casuais ou no modo Krypta.

Entretanto, se você deseja uma experiência realmente satisfatória, o ideal é ter um Pro Controller ou algum outro Joystick que tenha um D-PAD para ser utilizado. Eu utilizei muito nas minhas jogatinas o controle SFC30 da 8Bitdo.

Em linhas gerais disputar uma luta em MK11 é divertido e prazeroso e isso é o que acaba sustentando um jogo nesse estilo.

Gráficos

Visualmente falando a versão para o Switch é mais simples, mas isso não quer dizer que o jogo esteja feio ou que incomode durante a jogatina. As partes em CGs são bonitas e estão rodando muito bem, mas os gráficos sofrem um pouco durante a jogatina.

Isso pelo fato de ser possível perceber um serrilhado em volta dos personagens; e o problema se acentua quando a câmera se aproxima durante um Fatal Blow ou Fatality por exemplo.

Além disso, é nítida a dificuldade que o Switch tem para representar graficamente os cabelos e barbas dos personagens. Jogando com o console na Dock e usando uma TV de 42 Polegadas esses defeitos ficaram ainda mais evidentes.

Os cenários estão muito bem representados e são bonitos, exibindo na tela uma quantidade impressionante de detalhes e efeitos de luz e sombra. Em contrapartida o mesmo capricho não pode ser visto com os personagens. As texturas utilizadas nos modelos 3D parecem extremamente simples, dando a sensação de bonecos de massinhas em algumas situações.

Raiden vs. Scorpion

Outro ponto que me chamou a atenção negativamente foi a tela de seleção de modo de jogo logo na abertura. A imagem de fundo parece não ter muita resolução e os ícones para seleção são feios e sem animação. Não é nada que prejudique a experiência nesse caso, mas demonstra a falta de polimento com a versão do Switch.

Sons

Assim como seu antecessor, MK11 é dublado em português. Como é gostoso poder jogar com a Cassie Cage sem ouvir a voz da Pitty. Não. Eu não tenho nada contra a cantora, mas acredito que o fato dela ser famosa não a credencia como dubladora.

Desta vez a Warner Games Brasil acertou em cheio ao entregar a dublagem para o estúdio UniDub fundado e administrado pelo dublador do Goku e do Bob Esponja, Wendel Bezerra. Ricardo Juarez (Voz do Kratos e Jhonny Bravo) é um dos atores em destaques e dá voz ao personagem Noob Saibot.

É nítido o carinho que os atores tiveram durante a dublagem. As vozes se encaixam muito bem em todos os personagens e nada soa estranho. A direção de dublagem também foi excelente e não temos nenhuma entonação fora de contexto. Todas as falas conseguem transmitir a emoção adequada para cada cena. O trabalho de mixagem também está bom. Não temos diferenças nos volumes entre falas e sons do ambiente ou músicas. Todos os áudios do jogo são harmoniosos.

Sub-Zero também está de volta em grande estilo

Como era de se supor a voz clássica do narrador não foi dublada e acho que nem deveria ser. É marca registrada da série aquela voz dizendo frases e efeitos como: “FINISH HIM”. Outra frase que não teve dublagem é o emblemático: Get Over Here do Scorpion. O que faz todo o sentido, uma vez que é o próprio Ed Boon quem dá voz ao personagem no original. Outra decisão acertada. Ponto para Netherrealm.

Destaque positivo também são os efeitos sonoros durante as lutas. Sons de pancadas e tiros são bem executados e ajudam a dar peso a cada um dos golpes transmitindo muito bem a sensação de impacto.

Modos de Jogos

Algo que chama atenção logo de cara é a quantidade de modos de jogos. Os menus estão distribuídos da seguinte maneira:

  • Konquistar
    • História
    • Torres Klássicas
    • Torres do Tempo
    • Krypta
  • Lutar
    • Local
    • Torneio (Este modo estava inoperante durante a análise)
    • Online
    • Batalha de IA
  • Kustomizar
    • Personagens
    • Koleção
  • Aprender
    • Treinamento: Modo disponível em quase todos os jogos de lutas para treinar combos e golpes especiais
    • Tutorial: Lições básicas e avançadas desde movimentação de personagens até combos complexos.
    • Treinamento de Fatalities: Modo disponível para treinar as famosas finalizações. Aqui podemos desligar ou não o limite de tempo e seguir os comandos na tela para aprender as maneiras mais sangrentas de eliminar seu adversário.

Abaixo informações detalhadas sobre cada um dos principais modos.

História

O principal modo para 1 jogador começa a narrar os acontecimentos alguns anos após o desfecho de Mortal Kombat X. Ele é relativamente curto, pode ser concluído em aproximadamente 5 horas, apresenta um enredo consistente e baseado em viagens no tempo com linhas temporais diferentes.

Espere por encontros e “Kombates” entre versões diferentes do mesmo personagem, o que nos proporciona diálogos e situações hilárias como, por exemplo: o encontro entre o Johnny Cage do presente com sua versão do passado.

A história apresentada consegue prender o jogador que fica ansioso para conhecer os desfechos das situações apresentadas. Porém, como em todos os jogos de luta com modo história, algumas lutas acontecem por motivos banais, mas não chegam a incomodar e são necessárias para avançar com a trama.

As cutscenes estão lindas!

Sem dar Spoilers, eu gostei muito do desfecho da história em MK11 e fiquei curioso para saber o que os produtores e desenvolvedores reservam para o futuro da franquia. Uma coisa é certa: O mundo de Mortal Kombat não será o mesmo após os eventos apresentados em MK11.

O ponto negativo aqui fica por conta de personagens importantes do jogo passado como Kenshin, Kung Jin e Takeda que não aparecem em MK11. Não são sequer citados. É como simplesmente não existissem no universo, mas devem aparecer no futuro como DLCs.

Outro personagem importante que acaba “sumindo” no meio da campanha é Johnny Cage que em determinado momento simplesmente desaparece da história e não é mais citado não sendo possível saber qual foi o desfecho para o personagem. Porém, esses são apenas alguns pequenos furos de enredo perdoáveis.

Outro diferencial no modo História de MK11 é a possibilidade de escolher com qual lutador deseja jogar em alguns atos, tornando a jogabilidade ainda mais interessante. O destaque aqui fica por conta do Ato 3 que se chama Shaolin Monks em uma clara referência ao jogo de mesmo nome lançado para o Playstation 2. Nesse ato, como não poderia deixar de ser escolhemos entre Liu Kang e Kung Lao.

De qualquer maneira, o modo história é uma ótima porta de entrada para MK11 por obrigar o jogador a passar pelo controle de diversos lutadores apresentando todas as mecânicas de cada personagem. Além disso, alguns colecionáveis só podem ser conseguidos terminando o modo história.

A versão para Nintendo Switch sofre um pouco na transição entre as Cutscenes e o gameplay chegando a “engasgar” durante todas as transições, mas não é algo que prejudicou a minha experiência.

Torres Klássicas

Este é o tradicional modo Arcade em que o jogador enfrenta um número determinado de adversários até a batalha final contra Kronika para liberar os finais de cada um dos personagens.

Aqui é possível escolher torres com tamanhos diferentes variando entre 5 e 25 lutadores (Novato, Guerreiro, Campeão e Sobrevivente) além de também poder escolher entre as seguintes dificuldades: Muito Fácil, Fácil, Médio, Difícil e Muito Difícil.

Quanto maiores forem o número de adversários e a dificuldade, melhores são as recompensas liberadas após a batalha final com Kronika.

Uma opção de torre também disponível é chamada “Sem Fim”, e conta com adversários ilimitados em que o jogador enfrenta um após o outro e é recompensado de acordo com o número de batalhas vencidas.

Torre Klássica

Nas lutas nas torres é possível utilizar alguns consumíveis com efeitos que vão desde itens para recuperar vida até causar danos nos adversários.

Durante a escalada temos alguns “Kombates” onde temos os chamados desafios do dragão. Basicamente são tarefas que podemos cumprir durante a luta como, por exemplo: Executar 3 ataques com salto em um tempo determinado. Quanto mais desafios conseguimos realizar mais moedas recebemos ao final da luta. Sem dúvida uma adição muito divertida e faz com que as lutas saiam um pouco da normalidade.

Diversas vezes durante as minhas jogatinas neste modo a conexão com o servidor de MK simplesmente caia e eu recebia uma mensagem de erro pedindo para tentar mais tarde. Todas as vezes que isso acontecia, a torre reiniciava e eu perdia todo o meu progresso.

Sinceramente espero que esse problema seja corrigido em breve com as próximas atualizações. É extremamente frustrante perder todo o progresso depois de quase 30 minutos de jogo e ter que começar a torre toda novamente.

Torres do Tempo

Funcionam como as Torres Klássicas, mas a cada luta adiciona um modificador que adiciona vantagem ao seu oponente, por exemplo: Dano aumentado para o oponente, drenagem de vida do seu personagem por envenenamento, ataques aleatórios que te causam danos etc. As torres estão em constante mudanças e nem sempre tem os mesmos modificadores.

Torres do Tempo

Também é possível utilizar os consumíveis e enfrentar os desafios do dragão. Outra opção são as torres do tempo que são ótimos lugares para conseguir juntar algumas moedas do jogo para gastar na Krypta.

Vale ressaltar que também tive os mesmos problemas de perda de conexão com os servidores fazendo eu perder todo o progresso e reiniciar a torre por diversas vezes.

Krypta

Sim ela está de volta! Um dos modos favoritos dos fãs da série.

Na Krypta controlamos um personagem genérico em terceira pessoa e podemos abrir diversos Baús para desbloquear itens do jogo (Skins, Fatalities, Brutalities, consumíveis etc.)

O mais legal da Krypta é que o cenário escolhido dessa vez foi a Ilha de Shang Tsung, que foi palco para o primeiro jogo da série. Durante a exploração da ilha temos a oportunidade de visitar os cenários clássicos do primeiro Mortal Kombat. E tome Fan Service para galera!!!!

Cada baú tem um custo para ser aberto, por isso é importante juntar moedas investindo um tempo nos outros modos de jogo. Além disso, nem todos os baús estão acessíveis logo de início na Krypta o fator exploração conta bastante aqui. Para acessar determinados baús é preciso resolver alguns puzzles ou mesmo conseguir alguns itens pelo caminho como, por exemplo o martelo do Shao Khan que permite que paredes sejam quebradas e libere novos caminhos através da Krypta.

Shang Tsung, o dono de tudo.

Assim como nas versões passadas, a modalidade é extremamente divertida e vai garantir algumas horas adicionais ao Gameplay.

Durante a aventura pela Krypta temos um indicador de coordenadas na tela (X,Y) para facilitar a localização e também um mapa pressionando o botão +. Mas infelizmente a localização dos baús não está disponível neste mapa, dependendo assim da habilidade do jogador para localizar todos.

É muito divertido e gratificante buscar esse coletáveis e baús escondidos pela Krypta além de poder mudar um pouco a jogabilidade para o modo exploração.

Local

O tradicional modo versus local também está presente. Sem grandes novidades o jogo permite partidas entre dois jogadores dividindo o mesmo console separando os Joycons ou Pro Controllers ou ainda através de uma rede local com dois consoles diferentes.

Online

Para minha grata surpresa as partidas Online não apresentam nenhum tipo de Lag, o que certamente prejudicaria a experiência com o jogo. Consegui encontrar partidas com muita rapidez em todas as vezes que iniciei a busca.

Existem dois tipos de partidas online as “Kasuais” onde qualquer tipo de lutador é permitido, incluindo os personalizados e as partidas “Kompetitivas” onde os lutadores personalizados não são permitidos.

Batalha de IA

Sem dúvida nenhuma o modo menos interessante de MK11. Aqui escolhemos uma equipe formada por 3 lutadores e colocamos eles para batalhar contra a Inteligência artificial em lutas 3×3.

Neste modo apenas assistimos ao confronto sem nenhuma interação. As lutas acontecem sozinhas e cabe ao jogador apenas torcer para que seu time vença a luta e acumule algumas moedas para gastar na Krypta. É quase como assistir um vídeo de Gameplay no Youtube.

Kustomizar Personagens

Aqui é possível criar variações de todos os personagens disponíveis. Cada lutador já inicia com duas variações. Duas outras variações podem ser criadas pelo jogador totalizando assim 4 personalizações únicas para cada personagem.

Utilizando os itens desbloqueáveis e colecionáveis é possível alterar os equipamentos/armas, Skin, golpes especiais e distribuir pontos de habilidade como na criação de personagens em um jogo RPG.

Até mesmo as cenas dos personagens chegando para a luta e as poses de vitória podem ser customizados. Esse sem dúvida é o modo de jogo que justifica as horas gastas acumulando moedas e desbloqueando os itens de MK11.

Koleção

É aqui nessa parte onde é possível ter acesso e ver todos os itens que já foram desbloqueados ou comprados. É possível, ainda, assistir ao final de todos os lutadores que já concluíram alguma Torre Klássica, além de ter acesso às informações sobre como liberar cada um dos itens que permanece ainda com o status de bloqueado.

O destaque aqui para as lindas e curiosas artes conceituais de MK11.

Veredito

De maneira geral a versão para Nintendo Switch de MK11 entrega o que promete.

Jogar MK11 no “portátil” foi uma experiência extremamente agradável e divertida. Muitos dos meus receios iniciais, que eu carregava desde o anúncio para o console da Big N se mostraram sem fundamentos, para a minha alegria. Temos sim alguns problemas no processamento gráfico, mas nada que atrapalhe ou diminua a experiência proposta pelo time da Netherrealm.

O ponto que mais acabou incomodando foi a perda constante de comunicação com os servidores, mas tenho certeza que é questão de tempo até que ajustes sejam feitos e o problema seja corrigido.

A decisão de optar pela versão do Switch ou PS4/Xbox é inerente a cada jogador. No meu caso em particular eu abriria mão de gráficos melhores e mais polidos por conta da portabilidade que o console nintendista oferece. Entretanto, reforço que esta decisão é muito pessoal e a versão mais “limitada” do Switch pode não agradar a todos principalmente por conta do uso dos Joycons e dos gráficos.

Agora é com você amigo leitor/ouvinte: Com todas as informações deste Review vale a pena você fazer uma reflexão e decidir se essa é a versão de MK11 que mais se adapta ao seu estilo.


Trailer do Jogo – MK 11

Extras

Integração com Mortal Kombat Mobile

Se você ainda não conhece a versão de Mortal Kombat para celulares (Android e IOS) aqui está um bom motivo para conhecer. A versão Mobile é muito divertida, bonita e funciona como um ótimo passa tempo.

Recentemente essa versão ganhou uma atualização adicionando os personagens em suas versões MK11 e também a possiblidade de vincular sua conta Mobile com a versão do Nintendo Switch.

Quanto mais você joga no celular mais recompensas você ganha no Switch. Além de moedas, skins e consumíveis uma das recompensas mais legais que ganhei foi a Voz da Kronika que pode ser usada para substituir a voz clássica do narrador.


Trailer de Lançamento – MK Mobile


Este review foi feito utilizando uma cópia enviada pelos produtores.